Neste domingo, 8 de novembro, o GP de São Paulo coloca Interlagos no centro das atenções. O circuito recebeu a primeira prova brasileira válida pelo Mundial em 1973. Após períodos no Rio, a etapa voltou a São Paulo em 1990, onde permaneceu, exceto em 2020, por causa da pandemia.
Interlagos decidiu os títulos de pilotos em 2005, 2006, 2007, 2008, 2009 e 2012. Fora da pista, os registros de marcas contam outra parte dessa história.
A São Paulo Turismo S/A é titular da marca mista “INTERLAGOS + QUE UM AUTÓDROMO”, que reúne o nome e o desenho estilizado do circuito.
Depositada em 01/09/2015, foi registrada em 11/06/2019, na classe 41, para serviços ligados a entretenimento e eventos (processo n. 909930732).
Antes da adoção do nome GP de São Paulo, em 2021, a Formula One Licensing B.V. depositou a marca “FORMULA 1 GRANDE PRÊMIO DE SÃO PAULO” em 11/11/2020. A concessão ocorreu em 08/09/2021, também na classe 41 (processo n. 921281390).
A mesma empresa depositou as marcas nominativas “FORMULA 1 GRANDE PRÊMIO DO RIO DE JANEIRO” e “FORMULA 1 GRANDE PRÊMIO DO RIO” em 10/08/2018.
Ambas foram registradas em 03/09/2019, na classe 41 (processos n. 915199173 e 915200961).
Já o pedido da marca nominativa “AUTÓDROMO PARQUE GUARATIBA” foi depositado em 06/01/2026, na classe 41, para serviços que incluem eventos esportivos e culturais (processo n. 942333764). Na consulta apresentada, ainda não havia concessão.
Fontes de pesquisa: Base de dados do INPI; Lance!, “Entre história e curiosidades, conheça o GP do Brasil na F1”.





